Quem sou

Sou um Produtor Executivo de música fascinado com a música urbana desenvolvida nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e sua diáspora. Como esse interesse carrega uma partilha de influências com outros países e continentes (Brasil, América Latina, Antilhas, Congo, África do Sul…), a música da África Lusófona não me serve como limite, mas sim como base para direcções artísticas contemporâneas.

Tenho um passado no digging/pesquisa de música tradicional dos PALOP, em conjunto com uma proximidade muito forte da música e da comunidade musical actual dos PALOP na área de Lisboa.

Essas duas características em conjunto colocam-me numa posição favorável tanto como produtor executivo de vários tipos de projectos como na posição de expert na selecção e licenciamento de temas/discos já editados.

O que faço

O meu trabalho tanto pode limitar-se ao território clássico da produção executiva numa editora maior, como pode ser a gestão completa de projecto numa editora independente: pesquisa, conceito, organização geral, selecção de temas/artistas, direcção artística.

 Um projecto tanto pode começar trabalhando directamente com uma banda com o propósito de, após ensaios, a apresentar a uma editora potencialmente interessada, como começar por iniciativa da editora.

As colaborações que mantenho, tanto com músicos como com editoras, tendem a ser relações profissionais de longo prazo em que a confiança, profissionalismo e ambição se vão desenvolvendo até ao ponto onde a colaboração atinge o equilíbrio perfeito: um espaço de criação onde a criatividade é encorajada e onde se concretiza, através da música, uma visão possante da África moderna.

Portfolio

O meu passado como DJ e produtor executivo liga-me a anos de trabalho como co-fundador dos Celeste/Mariposa, de onde saí em 2016. Este era um projecto de divulgação de música dos PALOP que construiu uma das mais completas colecções de discos destes 5 países e divulgou a sua música pelo mundo através de DJ sets e colaborações com várias bandas. Através do mesmo projecto estive directamente envolvido na premiada e internacionalmente reconhecida compilação Space Echo editada pela Analog Africa em 2016, e também fui um dos protagonistas do preimado documentário Lisbon Beat de Rita Maia e Vasco Viana (2019)

O meu trabalho como produtor executivo independente verá a luz do dia no decorrer de 2020 na editora Heavenly Sweetness, para além de outras novidades por divulgar.

 

 

Press Kit

Francisco “Fininho” Sousa começou o seu estudo da música dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), suas influências e evolução, a partir de 2009 como co-fundador do projecto Celeste/Mariposa onde esteve até 2016. Nesse período procurou, promoveu e gravou músicos dos PALOP em Lisboa – como exibido no documentário Lisbon Beats (2019), de Rita Maia e Vasco Viana – enquanto os Celeste/Mariposa desenvolviam uma sólida carreira internacional como DJs, pioneiros de uma visão urbana e cosmopolita das então esquecidas sonoridades dos PALOP.

Francisco saiu dos Celeste/Mariposa em 2016 para começar uma carreira de DJ e Produtor independente. Em 2018, começou várias colaborações com algumas das mais respeitadas editoras europeias para a gravação tanto de álbuns de originais como de compilações com lançamento previsto durante o ano de 2020.

Contactos

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